reuniões infernais
Erros sistemáticos
1) Não têm horário para início e fim – começam quando todos chegam e terminam quando o assunto se esgota;
2) Envolvem muitas pessoas (especialistas recomendam no máximo seis);
3) Não há líder que as conduza, porque os participantes se consideram adultos e bons profissionais;
4) A agenda é apenas orientação, não precisa ser obedecida;
5) Basta confiar na memória – ninguém toma nota de nada;
6) A secretária transfere ligações para o local do encontro quando bem entende;
7) Conversa paralela é permitida, desde que haja discrição.
Diz a lenda que, quando não se quer resolver algum assunto, convoca-se uma reunião. Trata-se de uma piada ou pelo menos de um evidente exagero. Reunir-se para trocar idéias e encaminhar soluções ainda é uma importante ferramenta da gestão empresarial e também um dos principais canais de comunicação das organizações. Entretanto, a febre de reuniões improdutivas pode ser um sintoma de acomodação. O sinal de alarme ecoa quando elas duram mais do que deveriam ou carecem de planejamento. Nestes casos, se transformam em válvulas de escape para fugir de respostas objetivas e soluções de consenso. As companhias estão atentas à questão por um motivo óbvio: a praga de reuniões inúteis custa dinheiro.

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