Concurso de Imitadores de Silvio Santos
COMPUTADOR E N G O R D A !
De´javú
sexta-feira, dezembro 29, 2006
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Vício solitário...
Esta saiu no blog do UniversoHQ
Onan vai fazer parte da Liga.




O Morcegão nunca me enganou, perceba por onde ele se abastece!
FELIZ NATAL
comprar, comprar, comprar, no cartão, no cheque,
pendurar pra depois se ferrar pra pagar, comprar,
comprar...NATAL É ISSO?!
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Ligue para o seu filho-d...deputado preferido:
Ah...ligue 'a cobrar, eles ganham uma verba para este tipo de ligação; portanto já esta paga!
No senado:
Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado
E-mail: renan.calheiros@senador.gov.br
Tel.: (61) 3311-2261
Ney Suassuna (PB), líder do PMDB no Senado
E-mail: neysuassun@senador.gov.br
Tel.: (61) 3311-4345/4346
Demóstenes Torres (GO), primeiro vice-líder do PFL
E-mail: demostenes.torres@senador.gov.br
Tel.: (61) 3311-2091 a 2099
Tião Viana (PT-AC), primeiro vice-presidente do Senado
E-mail: tiao.viana@senador.gov.br
Tel.: (61) 3311-4546/1214
Efraim Moraes (PFL-PB), primeiro-secretário da Mesa do Senado.
E-mail: efraim.morais@senador.gov.br
Tel.: (61) 3311-2425 a 2429
Ideli Salvatti (SC), líder do PT no Senado
E-mail: ideli.salvatti@senadora.gov.br
Tel.: (61) 3311-2171/2172
Na câmara:
Aldo Rebelo (PCdoB-SP), presidente da Câmara
E-mail: dep.aldorebelo@camara.gov.br
Telefone: (61) 3215-8015
Wilson Santiago (PB), líder do PMDB
E-mail: dep.wilsonsantiago@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5534
Rodrigo Maia (RJ), líder do PFL
E-mail: dep.rodrigomaia@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5308
Miro Teixeira (RJ), líder do PDT
E-mail: dep.miroteixeira@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5272
José Múcio Monteiro (PE), líder do PTB
E-mail: dep.josemuciomonteiro@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5458
Inácio Arruda, líder do PC do B
E-mail: dep.inacioarruda@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5582
Arlindo Chinaglia (SP), líder do governo
E-mail: dep.arlindochinaglia@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5706
José Carlos Aleluia (BA), líder da minoria
E-mail: dep.josecarlosaleluia@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5856
Luciano Castro (RR), líder do PL
E-mail: http://www.camara.gov.br/lucianocastro
Telefone:(61) 3215-5401
Bismarck Maia (CE), vice-líder do PSDB
E-mail: dep.bismarckmaia@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5622
Integrantes da Mesa Diretora da CÂMARA:
Ciro Nogueira (PP-PI), segundo vice-presidente
E-mail: dep.cironogueira@camara.gov.br
Telefone:(61) 32158154
Inocêncio Oliveira (PL-PE), primeiro-secretário
E-mail: dep.inocenciooliveira@camara.gov.br
Telefone:(61) 32158204
Givaldo Carimbão (PSB-AL), suplente
E-mail: dep.givaldocarimbao@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5732
Mário Heringer (PDT-MG), suplente
E-mail: dep.marioheringer@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5212
Jorge Alberto (PMDB-SE), suplente
E-mail: dep.jorgealberto@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5723
Sandro Mabel (PL-GO), suplente
E-mail: dep.sandromabel@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5443
Colbert Martins (PPS-BA), suplente
E-mail: dep.colbertmartins@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5319
Carlos Willian (PTC-MG), suplente
E-mail: dep.carloswillian@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5472
Sandra Rosado (PSB-RN), suplente
E-mail: dep.sandrarosado@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5650
Benedito de Lira (PP-AL), suplente
E-mail: dep.beneditodelira@camara.gov.br
Telefone:(61) 3215-5942
segunda-feira, dezembro 18, 2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Merda..vai começar tudo de novo!
Empanturrai-vos, irmãos.
Perus, árvores, bolas, luzinhas, tenders, nozes, castanhas, guirlandas, presentes, lembrancinhas, cartões, presépios, presepadas, compras, compras, compras, votos, hipocrisias, beijinhos, esbarrões na calçada, champagnes, cidras, vinhos, cerejas, passas, figos, damascos, ameixas, amêndoas, tâmaras, avelãs, papais noéis, renas, trenós, festões, fitas, embrulhos, pacotes, assados, secos e molhados, neve de isopor, vermelho com verde e dourado, jingle bells acabou o papel, jecas e seus jequinhas fotografando agencias bancárias enfeitadas com os juros que te roubaram no resto do ano, janelas pisca-piscando, árvore gigante jeca no Ibirapuera e mais jecas e jequinhas fotogrando, encolha essa pança, patroa-jeca, botinhas de feltro, sininhos, não-repara-é-só-uma-lembrancinha-viu?, magina, tando com saúde tá bom, feliz Natal, tudo de bom, lacinhos, ofertas pague-só-depois-do-ano-novo e pau na sua bunda flácida, minha senhora, compre, compre, compre, está bem compramos, compramos, compramos, não sabemos direito por que mas compramos, missa do galo, rabanadas, panetones, chocotones, ceias, parentes, porres, vômitos, ressacas, engovs, comida que sobrou, ai-fica-mais-gostosa-no-dia-seguinte!, farofas, chesters, papai noel de chocolate, arroz a grega + maionese suspeita + farofa + salpicão suspeito + frutas + coxa de chester tudo no mesmo prato, tsc ah vai pra barriga do mesmo jeito, come-mais-um-pouco-você-não-vai-fazer-desfeita-comigo, contagem regressiva, foguetórios, hohohôs, amigos secretos e inimigos ocultos, correios lotados, engarrafamentos, calor dos infernos, cometas de papel e purpurina, corais infantis, programa do Roberto Carlos, amor, amor, amor, emoções, vivendo esse momento lindo, Maria Rita, jingle da Globo hoje a festa é sua, minha o cacete, nem por uma xana - se bem que, desde que não more longe... - donas-de-casa barrigudas e seu blogs jovenzinhos desejando feliz isso e aquilo, cartões eletrônicos cheios de vírus, velas, supermercados assaltando mais do que pivete na rua, bandinha de quatro bêbados tocando na calçada em troca de centavos pra cachaça, beatas e carolas encruadas na missa do galo, o corpo de Cristo na hóstia e o sangue que é bom, que é o vinho de missa, esse ninguém distribui. Só o padre bebe. Beleza, beleza, beleza.
Desejo uma puta disenteria a todos.
Livro GG (joinha, joinha!)
Livro bom é livro manuseado, marcado, assinalado, páginas dobradas, capa ensebada e descolando remendada com durex.
Sinais do dever cumprido.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
sexta-feira, dezembro 08, 2006
UC4- Hermes e Renato
Chora cavaco!
Esse samba
É de autoria de Hermes e Renato
E eu
Marcos Fuinha (Grande fuinha!)
Valeu!
Desde os tempos mais primórdios
o caralho tá aí (tá aí! tá aí!)
Arrombando as vaginas
Apavorando as meninas (De quê, Fuinha?)
de família (Mais que lindo!!)
Desde os tempos mais primórdios
o caralho tá aí (tá aí! tá aí!)
Roliço e veiudo
Pentelhudo e cabeçudo
na Sapucaí
Alô meu povo caralhense!
Desde os tempos mais primórdios
o caralho tá aí (tá aí! tá aí!)
Arrombando as vaginas
Apavorando as meninas (de quê?de quê?)
de família
Desde os tempos mais primórdios
o caralho tá aí (tá aí! tá aí!)
Roliço e veiudo
Pentelhudo e cabeçudo (aonde?)
na Sapucaí
Caraaaalho(ôô), piroca e mijão
Rola, trolha, cabeção (que lindo! que lindo!)
Pemba, vara ou lingüiça
Pirulito, banana ou salsicha
Mulher gosta é de dinheiro
Quem gosta de peru é bicha
Pirulito, banana ou salsicha
Mulher gosta é de dinheiro
Quem gosta de peru é bicha
Desde os tempos mais primórdios
o caralho tá aí (tá aí! tá aí!)
Arrombando as vaginas
Apavorando as meninas (de quê?de quê?)
de família
Desde os tempos mais primórdios
o caralho tá aí (tá aí! tá aí!)
Roliço e veiudo
Pentelhudo e cabeçudo (aonde?)
na Sapucaí
Caraaaalho(ôô), piroca e mijão
Rola, trolha, cabeção (que lindo! que lindo!)
Pemba, vara ou lingüiça
Pirulito, banana ou salsicha
Mulher gosta é de dinheiro
Quem gosta de peru é bicha
Pirulito, banana ou salsicha
Mulher gosta é de dinheiro
Quem gosta de peru é bicha
Arreia a calça e mostra o pau
Unidos do Caralho a Quatro
abalando o Carnaval
A minha rola é instrumento de trabalho
Quem gostou, gostou
Quem não gostou vai pro caralho
Arreia a calça e mostra o pau
Unidos do Caralho a Quatro
abalando o Carnaval
A minha rola é instrumento de trabalho
Quem gostou, gostou
Quem não gostou vai pro caralho
Mea culpa2
eu bebo, eu bebo, eu bebo porque é líquido
se fosse sólido eu batia no liquidificador...
só a bolinha do zóio balanga pra cá e pra lá
qdo tem festa de criança eu bebo cerveja na latinha de guaraná...
MEA CULPA
Mea Culpa
Velhas Virgens
Eu sem beber sou uma mala
Ninguém me chama pra porra nenhuma
Eu fico jogado no sofá da sala
Tocando bronha pela Luma
Se chego num bar sou esculhambado
Ai me sento de lado e tomo uma breja
E todos sabem que é sem álcool
Quem diria ora veja
Ah doutor pelo amor de deus
Salve meu fígado
Ah doutor pelo amor de deus
Salve meu fígado
Quando acordo sem ressaca
As vezes penso que morri
O dia todo a sede me ataca
É a coisa mais triste que eu já ví
Se contão piadas eu não rio
Se vão prum puteiro eu não vou
E até as mocinhas me chamam de tio
Isso quando não me chamam de vovô
Ah doutor pelo amor de deus
Salve meu fígado
Ah doutor pelo amor de deus
Salve meu fígado
E eu nunca mais perdi meu carro
Eu nunca mais dormi na rua
E mesmo se os inimigos tiram sarro
A minha calma continua
Já não telefono pros amigos
Chapado no meio da madrugada
E os meus vizinhos não correm perigo
As festas foram todas canceladas
Ah doutor pelo amor de deus
Salve meu fígado
Ah doutor pelo amor de deus
Salve meu fígado
quinta-feira, dezembro 07, 2006
quarta-feira, dezembro 06, 2006
C.E. cultura - A ORIGEM DA CACHAÇA
História contada no Museu do Homem do Nordeste Recife - PE
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou!
O que fazer?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado).
Não pensaram duas vezes.
Misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
O "azedo" do melado antigo era álcool, que aos poucos foi evaporando e formou goteiras no teto do engenho, que pingavam constantemente.
Era a cachaça, já formada, que pingava.
Daí o nome "PINGA".
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores, ardia muito.
Por isso deram o nome de "ÁGUA-ARDENTE ".
Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
Então, sempre que queriam ficar alegres, repetiam o processo.
Com o tempo a fabricação da cachaça foi sendo aprimorada e caiu no gosto da população em geral.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado).
Não pensaram duas vezes.
Misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
O "azedo" do melado antigo era álcool, que aos poucos foi evaporando e formou goteiras no teto do engenho, que pingavam constantemente.
Era a cachaça, já formada, que pingava.
Daí o nome "PINGA".
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores, ardia muito.
Por isso deram o nome de "ÁGUA-ARDENTE ".
Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
Então, sempre que queriam ficar alegres, repetiam o processo.
Com o tempo a fabricação da cachaça foi sendo aprimorada e caiu no gosto da população em geral.
Hoje em dia é artigo de exportação.
terça-feira, dezembro 05, 2006
reuniões infernais
Erros sistemáticos
1) Não têm horário para início e fim – começam quando todos chegam e terminam quando o assunto se esgota;
2) Envolvem muitas pessoas (especialistas recomendam no máximo seis);
3) Não há líder que as conduza, porque os participantes se consideram adultos e bons profissionais;
4) A agenda é apenas orientação, não precisa ser obedecida;
5) Basta confiar na memória – ninguém toma nota de nada;
6) A secretária transfere ligações para o local do encontro quando bem entende;
7) Conversa paralela é permitida, desde que haja discrição.
Diz a lenda que, quando não se quer resolver algum assunto, convoca-se uma reunião. Trata-se de uma piada ou pelo menos de um evidente exagero. Reunir-se para trocar idéias e encaminhar soluções ainda é uma importante ferramenta da gestão empresarial e também um dos principais canais de comunicação das organizações. Entretanto, a febre de reuniões improdutivas pode ser um sintoma de acomodação. O sinal de alarme ecoa quando elas duram mais do que deveriam ou carecem de planejamento. Nestes casos, se transformam em válvulas de escape para fugir de respostas objetivas e soluções de consenso. As companhias estão atentas à questão por um motivo óbvio: a praga de reuniões inúteis custa dinheiro.



